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Não podemos ser uma ilha?!

Posted by João on 20:51 in ,
"Homem nenhum é uma ilha". Assim preceitua uma das mais famosas frases feitas conhecidas do acervo popular. Talvez eivada de alguma razão, tal expressão, vista sob uma ótica diferente, pode ser reinterpretada e talvez "destruída". Vejamos o porquê:

A ideia de ter sempre alguma(s) pessoa(s) a sua volta é interessante. É muito bem vinda e bem quista por aqueles(as) que almejam alcançar a plena felicidade, nos moldes mais tradicionais. Entretanto, sabendo do grau de imbecilidade que acomete uma esmagadora maioria atualmente, a felicidade compartilhada - ou "composta", se assim preferir - tem se tornado algo não tão bem visto.

É interessante reforçar que não se trata de uma opção, ou uma decisão sumária. A ausência de indivíduos verdadeiramente interessantes - ou a dificuldade em encontrá-los - me faz cogitar essa possibilidade, que há algum tempo seria taxada de imbecil ( e talvez, ainda hoje, assim seja ).

A vida a dois (ou a três - não necessariamente a amorosa) parece ter se esfarelado com o advento do mundo pós contemporâneo. Não que o amor, o carinho e o respeito tenham desaparecido, completamente. Mas, sejamos sinceros, estes sofreram uma considerável diminuição na qualidade e na quantidade em que se é possível encontrar. Tal fenômeno, portanto, abre precedentes para a "sustentabilidade emocional". Mas esse é assunto pra outro post...

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Roupa Nova - Dona

Posted by João on 15:11 in , ,


Letra: http://letras.mus.br/roupa-nova/63824/

Me faz lembrar de uma certa "dona"...

"(...)

É a moça da Cantiga
A mulher da Criação
Umas vezes nossa amiga
Outras nossa perdição
O poder que nos levanta
A força, que nos faz cair
Qual de nós ainda não sabe
Que isso tudo te faz
Dona! Dona!
Dona! Dona! Dona!
(...)".

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Um tudo

Posted by João on 15:51 in ,


As nuances do corpo,
vaidades mundanas.
Credos, crenças, ideologias,
Medos, traumas, patologias

É nada, tudo isso,
diante da infinidade de um.
A unidade devastadora.
O só incomensurável.

O âmago do meu ser,
contemplando toda essa alquimia.
Sensações de um único sentido.
Engrandece, sublima.

Acalenta a alma,
acolchoa o coração.
Traz lume à mente.
Revigora nossas energias.

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Esse tal de amor

Posted by João on 12:07 in ,


Acredito que a vida de todo indivíduo é guiada pelo amor, independentemente deste estar ou não apaixonado por alguém.  A força motriz de toda a nossa existência reside nesse sentimento, capaz de nos guiar nesse tortuoso caminho mundano.


Restringindo, agora, o amor sob o conceito romântico, mantenho a posição de considerá-lo essencial; cativa-nos essa sinergia, essa sensação de querer fazer mais e melhor para a pessoa amada. Vez ou outra, esse mesmo amor nos deixa embriagados, por assim dizer; turva nossas vistas, confunde nossos pensamentos. A efervescência do coração pujante, as alterações hormonais do corpo, tudo isso contribui para, como um todo, modificar-nos.

Contudo, se faz necessária, para o melhor gozo e proveito desse sentimento tão nobre e tão devastador, a tal da reciprocidade. Amar e ser amado. Se por um lado, amar é algo quase divino, por outro, não ser correspondido é tão doloroso quanto cravar uma estaca no peito. Alias, metaforicamente falando, a rejeição ou indiferença do ser amado pode ser comparada à estaca fincada sobre o peito. É trágico, mas assim o é!

A lacuna aberta pelo coração não igualmente amado é preenchida por diversos enxertos. Alguns optam pelas drogas - lícitas ou não -, outros, pelo ombro amigo, um novo – e outro - amor, ou - uma opção além da linha da melancolia - a prática da autopiedade.

Esconder-se pelos cantos, aspirar atenção numa autoflagelação, ensejar afeto e carinho dos mais próximos, ou simplesmente mostrar para aquele alguém que você está se acabando de dor.  Sim, caros – e hipotéticos – leitores, o drama é inerente ao amor. A megalomania do preterido é feroz, curiosamente, consigo mesmo.

Cabe, portanto, ao amante, saber administrar todo esse furor. Pedir para que ele haja racionalmente, nessas circunstâncias, é um tanto quanto ingênuo. Coisas do coração não são racionalizadas, não com tanta facilidade... .

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E o pênalti do Flu?

Posted by João on 17:45 in ,
Ontem, 13, no jogo do Corinthians contra o Cruzeiro, houve um lance que, ao meu ver, foi corretamente assinalado pelo árbitro : o tal falado pênalti. O lance em que o zagueiro do Cruzeiro, olhando para o chão, atropela Ronaldo; pois bem, não irei me alongar em falar sobre esse jogo, que quiser saber minha opinião a respeito do mesmo que leia o post de título “Que a verdade seja dita!”.

Hoje, domingo dia 14, outro jogo importantíssimo decidiria quem ficaria com a ponta da tabela. Fluminense e Goiás se enfrentaram no Engenhão. O time esmeraldino surpreendeu o tricolor carioca e aos 20 minutos do primeiro tempo, Rafael Moura cabeceou para o fundo das redes do time do Rio. O resultado de um tento a zero para o time do planalto central não era em nada um resultado plausível para o time do Fluminense.
O jogo ia caminhando para uma fatídica derrota do time mandante que poderia complicá-lo na disputa pelo título nacional. Eis que Carlos Eugênio Simón, aos 38 minutos do segundo tempo marca penalidade máxima a favor do time do Rio. Um lance um tanto quanto duvidoso. Se alguns disseram que a jogada de sábado, no jogo do Timão contra a Raposa, fora mal marcada, a de hoje que privilegiou o Fluminense também é muuuuuuuuuito, mas muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuito contestável.



E agora, o que os dittos especialistas dirão desse lance? Se o lance do Corinthians não foi pênalti, esse foi menos ainda....

Bom, como o próprio nome desta bagaça, eu não sou o dono da verdade, muito menos tenho a razão... essa, somente, é a minha opinião.

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Que a verdade seja dita!

Posted by João on 20:02 in ,
Hoje, sábado dia 13, Corinthians e Cruzeiro se enfrentaram no estádio do Pacaembu, jogo válido pela 35º rodada do Brasileirão 2010. O jogo foi ganho pelos paulistas, com um gol de pênalti de Ronaldo, aos 43 minutos do segundo tempo. Alguns alegam a marcação da penalidade precipitada. Este ordinário blogueiro que aqui escreve, corintiano, diz que foi falta no atacante alvinegro.
Vejam o lance e reparem numa coisa : o zagueiro não tem condições de chegar à bola que, a essa altura estara dominada por Ronaldo. Para desestabilizar o ofensista corintiano, o zagueiro celeste joga seu corpo contra o adversário, numa assintossa falta, dentro da área, logo uma penalidade máxima. Quem tiver duvidar, que veja o lance. O zagueiro vem por trás e se joga contra o Fenômeno.




Pois bem, vamos ao que interessa neste post, que não se resume ao jogo decisivo desse final de semana. Vale ressaltar, que a menos de um mês, o Corinthians, jogando em Campinas contra o Guarani fora esfaqueado pela arbitragem que, erroneamente, assinalou irregularidade nos dois gols feitos por Ronaldo, ambos concluídos na legalidade das regras do futebol.


(no primeiro lance o comentarista da Globo, Renato Marcilia diz que o lance foi legal, mas no intervalo, vendo o replay ele se retratou)

Por que somente quando o Corinthians é privilegiado que fazem esse alvoroço todo? Por que quando o time de Parque São Jorge sai prejudicado, como o que, fatidicamente aconteceu no Brinco de Ouro da Princesa, não armam esse carnaval que armaram hoje?
Ressaltando que no jogo contra o Cruzeiro, o lado celeste reclama do lance decissivo, mas as imagens não mentem. Quem ver o replay da jogada percebe, nitidamente, que há evidências da penalidade. Ronaldo foi empurrado por trás pelo zagueiro Gil. Negar este, SM, é cegueira dos ditos amantes do futebol. Quando o erro é a favor do Corinthians, é roubo. Contra, lance normal. Medem os fatos com as suas próprias réguas... quanta hipocrisia...
Embora seja corintiano, não estou defendendo que o meu time possa ser privilegiado a cada rodada, muito pelo contrário, quero que ele jogue, mesmo que perca, mas através da mais justa avaliação do árbitro.

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